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PARCERIAS: COMEÇA A CAMPANHA PARA LIVRAR O CEARÁ DA FEBRE AFTOSA EM 202
A segunda etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa no Ceará será encerrada no dia 2 de dezembro e, nos moldes das etapas de anos anteriores, não haverá prorrogação do prazo.
Redação CNEWS Canindé - CE
Postada em 14/11/2017 ás 09h43
PARCERIAS: COMEÇA A CAMPANHA PARA LIVRAR O CEARÁ DA FEBRE AFTOSA EM 202

Começou no último dia 3 começa de novembro, a segunda etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa, no Ceará. A novidade é que deverão ser imunizados apenas os animais de até 24 meses, mas os criadores precisam declarar a quantidade total do rebanho para atualização cadastral. A coordenação estadual anunciou a expectativa de que em 2020 o Estado seja considerado livre da doença sem vacinação.


Em Canindé, o Governo Municipal presta assistência aos criadores nas orientações de como devem proceder no momento de vacinar o rebanho. De acordo com mapa agropecuário da Secretaria, existem hoje no Sertão Central 406.602 animais. Em Canindé são 22.940 bovinos, 12.978 caprinos e 20.490 ovinos. Na região ninguém cria bubalinos. De acordo com o proprietário da Paulo Ivo Agropecuária, cada dose custa R$ 18,00 e vacina 10 animais. ‘’Estamos vendendo e orientando os criadores a forma de como vacinar seu rebanho’’, frisou.


O esforço do Governo do Ceará em parcerias com as Prefeituras e as Secretarias da Agricultura, visam antecipar em dois anos a obtenção de status de retirada total da vacinação contra a febre aftosa, ou seja, a imunização do rebanho de bovinos e bubalinos seria realizada até novembro de 2020.


Recentemente, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) iniciou os trabalhos do Plano Estratégico de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA), que prevê a retirada total da vacinação no país até 2023. “Estamos confiantes e acreditamos que o Ceará poderá alcançar esse posicionamento dois anos antes”, observou o Coordenador Estadual da campanha de erradicação da febre aftosa e gerente de sanidade animal da Agência de Defesa Agropecuária (Adagri), Joaquim Sampaio. “Vai depender da adesão dos criadores para que o Estado continue alcançando a meta “. A ADAGRI e EMATERCE de Canindé por meio de seus escritórios começaram a divulgar a segunda etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa. “Com certeza vamos alcançar novamente a meta de imunizar 90% do rebanho e com a novidade de que serão apenas os animais com até 24 meses”, pontuou O Secretário da Agricultura e Recursos Hídricos de Canindé Roberto Lopes que presta apoio através de seus técnicos na Campanha.


A segunda etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa no Ceará será encerrada no dia 2 de dezembro e, nos moldes das etapas de anos anteriores, não haverá prorrogação do prazo. “Mesmo vacinando somente os animais de até 24 meses, os criadores deverão comparecer aos escritórios da Adagri e declarar a quantidade de animais para atualização de cadastro do rebanho”, frisou o coordenador estadual da campanha. O prazo de informação vai até 15 dias após o término da campanha. O Ceará precisa, portanto, cumprir pelo menos seis fases até alcançar a condição de área livre de aftosa sem vacinação. Já está definido que, a partir desde ano, a primeira etapa que ocorre em maio inclui todos os animais, independentemente de idade e a de novembro alcança apenas o rebanho de até 24 meses. Para cada edição, a meta de vacinação é 90% para os animais e de 80% de unidades criadoras. Na campanha anterior, o Ceará alcançou 92% de vacinação do rebanho de bovinos estimado em 2,5 milhões de cabeça em 143 mil propriedades rurais. Em 2013, o Ceará foi reconhecido pelo Mapa e em 2014 pela Organização Internacional de Saúde Animal (OIE) como zona livre de aftosa com vacinação. Esse status permite aos produtores negociar com outras unidades da federação e até com outros países a venda de animais bovinos, bubalinos e de produtos derivados.


O Departamento de Saúde Animal (DSA) do Mapa iniciou, no último, no dia 25, em Porto Velho, os trabalhos do Plano Estratégico de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA), que prevê a retirada total da vacinação no país até 2023. Agentes de defesa agropecuária dos estados e alguns produtores participaram da mobilização. Segundo o diretor do DSA, Guilherme Marques, “foram superadas as expectativas de adesão dos governos e da iniciativa privada, pois todos se conscientizaram que os prazos para a execução das etapas do PNEFA são curtos”. Guilherme Marques frisou que a decisão de retirada gradual da vacinação contra a aftosa já foi tomada e que “é preciso atender aos requisitos sanitários para obter o reconhecimento da OIE de país livre da doença sem vacinação.


As diretrizes básicas preveem gestão compartilhada entre governos e iniciativa privada; aperfeiçoamento das capacidades do Serviço Veterinário Oficial (SVO); regionalização das ações; sustentação financeira; adequação e fortalecimento do sistema de vigilância; agilidade e precisão no diagnóstico; previsão de imunógeno (partícula, molécula estranha ou organismo capaz de induzir uma resposta imunológica) para emergências veterinárias; cooperação internacional e educação em saúde animal. A febre aftosa é uma enfermidade altamente contagiosa, que atinge todos os animais de casco fendido, principalmente bovinos, bubalinos, suínos, ovinos e caprinos e, devido seu grande poder de difusão, pode interferir no comércio estadual, interestadual e até internacional de animais, seus produtos e subprodutos, causando prejuízos à economia estadual. De acordo com a ADAGRI o último surto dessa doença no Ceará ocorreu em 1997, no município de Porteiras,   na região do Cariri.


Foto de Antônio Carlos Alves

FONTE: Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Canindé
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